Não sabe brincar, não desce pro play!


Tag: activia


Melhor propaganda do activia EVER!


Cara, nunca vai ter uma propaganda melhor do que essa do activia. hahahahahahhahaaa

Melhor propagando do activia EVER!!!!!!!


“Caguei pela janela”
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk


Teste Activia


O texto abaixo retirei do site Diginet.
Eu ri tanto lendo esse texto que precisei colocar aqui para compartilhar com todos.

Sei que o texto é grande, mas vale cada palavra.

“Eu fiz o teste Activia. Juro que fiz. Tudo começou como uma experiência empírica para alertar aos meus leitores a veracidade (ou não) das propagandas. Terminou como uma lição de vida que jamais esquecerei, de tocante significado filosófico e altíssimo teor existencialista.

Conforme a garota da propaganda indicava, meu dinheiro seria restituído caso eu não atingisse os objetivos desejados. Você sabe quais os objetivos desejados, ao passo que não vou incorrer no erro de usar palavras de baixo calão para explicar. O fato é que entrei nessa experiência sem medo. Afinal, se nada ocorresse, teria meu dinheiro de volta. Se ocorresse, me livraria de alguns gramas de, bem, você sabe, objetivos desejados.

No dia um, às primeiras colheradas, nada aconteceu além de uma sensação estranha no estômago, um aperto lá dentro, uma coisa que há muito não sentia. Era ansiedade. Afinal, o primeiro passo estava dado. Como um jovem que experimenta a primeira dose de uma droga da moda, eu sabia estar penetrando num universo cheio de meandros labirínticos. Assim permaneci até o quinto dia. Ansiedade e conjecturas. Nada de objetivos desejados.

Do sexto dia em diante, algo estranho aconteceu à minha fisiologia. Passei, como posso dizer?, a gaseificar fervorosamente os ambientes pelos quais circulava. Nada muito anormal, visto que um ser humano padrão faz isso constantemente. Nunca me dei ao trabalho de contar quantas emissões desse naipe meu corpo produz em circunstâncias cotidianas. Até este dia. Foram seis. No dia sete, como um enredo de Dan Brown, foram sete também. Já estava começando a montar hipóteses acerca da relação entre dias e gases quando percebi que no oitavo dia foram dez. Onze se eu contar o da hora que fui dormir (mas já era mais de meia noite, então computei o escore para o dia seguinte).

Foi exatamente no dia onze, porém, em que tudo começou a mudar drasticamente. Para usar uma metáfora suave, avancei do estado gasoso para o estado líquido. Foi bem naquela hora em que você termina de almoçar e se senta diante da tevê para desligar o cérebro. Pois bem, justo ali, quando fiz aquela leve inclinação do tronco para liberar espaço mais embaixo, que senti uma certa umidade. Acompanhada, obviamente, de um cheiro que posso descrever como o de um burro morto por envenenamento com creolina e enxofre.

Entretanto, a situação não era para alardes. Verifiquei meus trajes e a umidade não havia ultrapassado os limites do meu corpo. Estava, portanto, restrita aos meus recônditos. Feliz, fui trabalhar com a certeza de que posso confiar nas multinacionais de produtos laticínios. Afinal, meus objetivos desejados estavam quase se concretizando.

Não fosse o décimo segundo dia, diria que realmente se concretizaram. Pois o que produzi neste dia pode ser chamado de tudo, menos de concreto. Descrevo aquilo como uma espécie de trufa derretida com recheio de urubu em putrefação. Ah, sim, e não posso esquecer das dores de parturiente sofridas para que aquela pasta cor de chocolate viesse à luz. Não sei se era menino ou menina, mas definitivamente não era a cara do pai.

E no décimo terceiro dia, tudo saiu do controle. Cabalístico? Não sei. O que posso dizer é que o dia treze só não foi pior porque não era uma sexta. Em resumo, poupando os leitores de descrições escatológicas, visto que o intuito do artigo é apenas esclarecer os incautos dos riscos da propaganda não enganosa, acordei todo cagado. Em desespero, corri para o banheiro. Não sei se foi o nervosismo ou ainda o efeito Activia em meu corpo, só sei que o rastro que deixei atrás de mim, parafraseando García Márquez, não era do meu sangue na neve.

Em convulsionados movimentos, me contorci por exatos trinta e sete minutos sobre o trono de porcelana. Eu sei, eu sei, a imagem do vaso sanitário como trono é antiqüíssima, muitíssimo usada, quase um clichê, mas não posso evitar. Naquele momento, por todas as dores e cólicas e palavrões disparados contra a multinacional de laticínios em questão, eu era um rei.

No décimo quarto dia estava internado, usando pela primeira vez meu plano de saúde. Ele me garantiria enfermaria, mas resolveram isolar-me num apartamento devido ao teor altamente corrosivo de minha produção gasosa. Uma enfermeira que veio cuidar de mim ao início do dia quinze, espantou-se com o ruído muito peculiar de uma de minhas (incontáveis) excreções. Em poucos instantes, ela corria aterrorizada pelo quarto, com os olhos lacrimejados e uma terrível expressão de dor, enquanto berrava “Fui envenenada pelo gás sarin!”.

Foi com uma roupa de plástico onde pude ler “Risco de contágio biológico” que o médico me deu alta ao final do dia quinze. Voltei pra casa debilitado, mais magro, ainda com a estranha sensação de que eu era uma arma química. O importante é que o objetivo desejado foi alcançado. A lição que aprendi, por fim, de alto teor filosófico e elevado grau de sabedoria, é a mais óbvia: Activia é uma merda.”


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